Dependendo da necessidade do paciente e da gravidade do problema, as intervenções podem acontecer nos seguintes serviços:

 

Delegacias e Centros de Saúde

Em regime de ambulatório, o doente cumpre um programa terapêutico frequentando consultas e/ou grupos terapêuticos.

 

Espaços de Respostas Integradas às Dependências – ERID

É um serviço de tratamento de base comunitária, ambulatorial, que entrou em funcionamento no ano de 2015, no Centro de Saúde de Achadinha. O serviço funciona segundo a abordagem Balcão Único de Atendimento ou One-Stop- Shop.

Trata-se de uma resposta integrada às necessidades dos dependentes do álcool e outras drogas, bem como a seus familiares, que presta todos os tipos de serviços relevantes que o paciente necessita, incluindo cuidados de saúde geral e especializados, assistência social, orientação profissional e de reinserção sociocomunitária.

Esta abordagem defende que uma vez que a toxicodependência tem causas múltiplas, o seu tratamento deverá prever respostas a todas as dimensões que ditaram esta mesma dependência, nomeadamente as de natureza pessoal, familiar e social, requerendo assim uma intervenção em rede.

Dada a sua importância prevê-se o alargamento do ERID a vários Concelhos do país.

 

Comunidade Terapêutica Granja São Filipe

A Comunidade Terapêutica Granja São Filipe (CTGSF), foi criada em 2005, com o intuito de garantir melhor acesso ao tratamento dos toxicodependentes.

É uma unidade residencial especializada no tratamento e reinserção social dos dependentes do álcool e outras drogas, de ambos os sexos, a partir dos 16 anos, mediante internamento de 6 meses. No caso de se tratar do programa de tratamento de recaída a duração é de 3 meses. Todo o internamento na CTGSF pressupõe desabituação física prévia.

Cabe às estruturas de saúde, fazer a avaliação e encaminhamento dos candidatos a internamento na CTGSF, devendo para o efeito enviar o processo do candidato à CTGSF, com a ficha de encaminhamento. O processo de admissão do candidato tem início, logo após a receção do processo.

O Modelo de intervenção adotado pela CTGSF é o Modelo Minnesota, que integra o princípio dos Doze Passos dos Alcoólicos/Narcóticos Anónimos com saberes técnicos específicos de uma equipa multidisciplinar, tendo como base do tratamento a abstinência total e como foco do tratamento a mudança de estilo de vida.

No espaço da CTGSF faculta-se ao residente uma experiência de vida com condições favoráveis para a reestruturação da sua personalidade e reintegração social.

 

Brevemente será criada uma CT em S. Vicente para acolher os doentes da zona de Barlavento.

 

Tendas do El Shaddai (ONG)

Tendas do El Shaddai é um Centro de Resgate e Restauração, direcionado para a recuperação de toxicodependentes do sexo masculino, dos 16 aos 40 anos, por um período de internamento de 9 meses. O trabalho desenvolvido tem por base a religião, proporcionando reabilitação através do estudo e ensinamentos bíblicos.

 

Remar  (ONG) 

É uma Organização não governamental sem fins lucrativos, que tem como missão suportar, promover, e ajudar o desenvolvimento de pessoas marginalizadas que lutam contra a pobreza, subnutrição, o abuso de drogas, alcool, etc." Desde 2016 a Remar em Cabo Verde vem trabalhando na reabilitação de pessoas dependentes do álcool e outras drogas.

 

A Fazenda da Esperança  (ONG) 

Fundada no Brasil em 1983, este Centro de tratamento iniciou as suas atividades em Cabo Verde no dia 28 de janeiro 2018, por iniciativa da Igreja Católica. O Centro faz acolhimento em regime residencial, durante um período de l ano e oferece o serviço de recuperação de dependência química com a finalidade de resgatar a dignidade e valores dos usuários de substâncias psicoativas, objetivando a manutenção da sobriedade, bem como o retorno e inclusão ao meio social dos mesmos.

A metodologia do centro é baseada na espiritualidade, convivência e trabalho.

 

Serviços de Psiquiatria

Direcionados a internamentos de curta duração para desabituação física, mas também faz atendimentos individuais e grupos terapêuticos em regime ambulatório.

 

Espaço de Apoio Psicossocial e Unidade Livre de Drogas

São programas de tratamento complementares, mas autónomos, que visam prestar cuidados a reclusos dependentes do álcool e outras drogas, que necessitam de apoio psicoterapêutico e socio-terapêutico. Têm como objetivo mobilizar e potenciar os recursos internos dos reclusos toxicodependentes no sentido da reaprendizagem de competências cognitivas, afetivas, sociais e comportamentais, capazes de se organizarem como normas constituintes de um novo projeto de vida, responsável e responsabilizante, reduzindo a possibilidade de recaída.

É necessária a passagem pelo Espaço de Apoio Psicossocial para ingressar a Unidade Livre de Drogas. Porém, o Espaço de Apoio Psicossocial constitui por si, um programa que não pressupõe o ingresso na Unidade Livre de Drogas.

No Espaço de Apoio Psicossocial o tratamento baseia-se na terapia cognitiva comportamental e terapia motivacional, sendo que a duração do tratamento depende da necessidade de cada recluso. Funciona nos estabelecimentos prisionais da Praia, S. Vicente, Santo Antão, Sal e Fogo.

A Unidade Livre de Drogas é uma unidade residencial, cuja metodologia baseia-se no modelo de comunidade terapêutica. Funciona no estabelecimento Prisional da Praia e o programa terapêutico tem a duração de 6 meses.

 

Grupos de Auto-ajuda - Narcóticos Anónimos (NA) e Alcoólicos Anónimos (AA)

São uma comunidade, irmandade de homens e mulheres, para quem o álcool e outras drogas se tornaram num problema muito grave, que partilham entre si a sua experiência, força e esperança para resolverem o seu problema comum e ajudarem outros a se recuperarem da dependência do álcool (AA) e de outras drogas (NA).

O único requisito para ser membro é o desejo de parar de consumir. Tem como base do programa da recuperação os Doze Passos. Em Cabo Verde foram criados grupos de NA e AA, nas seguintes localidades:

Santiago: Praia, Ribeira Grande de Santiago, Santa Catarina, Santa Cruz e Tarrafal

Sal: Espargos

São Vicente: Ribeira Bote

 

Está em curso o processo de dinamização para que sejam criados grupos de NA e AA em outros municípios do país.

Conceito

Drogas não se restringe apenas a substâncias ilícitas, mas também a lícitas.

 

Termos Legais

  • Drogas lícitas - aquelas que são regulamentadas e permitidas o porte o uso e a venda. Exemplo: cigarro, álcool e alguns medicamentos.
  • Drogas ilícitas – aquelas cuja produção, porte, venda e consumo são proibidas pela lei. Exemplo: cannabis (padjinha), cocaína, ecstasy e heroína.

 

Tipos de Drogas

As drogas estão classificadas em três categorias, segundo a sua atuação no Sistema Nervoso Central:

  • Estimulantes - produzem o aumento da atividade cerebral, ou seja, estimulam o seu funcionamento fazendo com que o usuário fique em estado de alerta exagerado, sem sono, podendo deixar a pessoa mais agitada. Alguns exemplos dessas drogas são cocaína, anfetamina, nicotina e Ecstasy.
  • Depressoras - diminuem a atividade cerebral, ou seja, deprimem o seu funcionamento, o que significa dizer que a pessoa que faz uso desse tipo de substância fica “lenta” e “desinteressada” pelas coisas, dificultando o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Alguns exemplos dessas drogas são álcool, heroína e tranquilizantes.
  • Perturbadoras - modificam qualitativamente a atividade do cérebro, que passa a funcionar desordenadamente, podendo alterar a perceção, levando o usuário a situações de alucinação (a pessoa vê, ouve ou sente algo que não existe). Alguns exemplos dessas drogas são cannabis e LSD.
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Lançamento do Livro Ilustrado “Grupo dos Esclarecidos”

A CCAD, lançou no dia 07 de Dezembro o lançamento do Livro ilustrado “Grupo dos Esclarecidos”, no âmbito da Prevenção ao uso do álcool e outras drogas junto das crianças, no Centro Lém Cachorro.

O livro Ilustrado grupo dos esclarecidos é um livro para colorir destinado a crianças do Ensino Básico, que visa numa abordagem lúdica, divertida e interativa, disseminar informações básicas para a promoção da saúde e abordar a questão do tabaco, álcool e outras drogas, para que as crianças compreendam os perigos associados ao consumo dessas substâncias e a importância de não experimentar.

Além disso visa reforçar aspetos ligados a comportamentos e valores essenciais para uma vida solidária, na convivência com a família e comunidade, procurando despertar o pensamento crítico e orientando as crianças para boas escolhas.

DEPENDÊNCIA DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS

 
A dependência de Substâncias Psicoativas é uma doença crónica, complexa caracterizada pela compulsão e desejo incontrolável, procura e uso persistente da Substância, apesar de consequências extremamente negativas.

(NIDA, 1999)

Atinge o ser humano nas suas dimensões básicas - biológica, psíquica, social e espiritual.

Não tem causa única, é resultado de vários fatores: físicos, emocionais, psíquicos e sociais, que atuam ao mesmo tempo no individuo, variando a predominância dos fatores de uma pessoa para outra. Sem o tratamento adequado, a dependência de substâncias psicoativas tende a piorar cada vez mais com o passar do tempo, levando a pessoa a uma destruição gradual de si mesma, atingindo a sua vida pessoal, familiar, profissional e social.

 

TRATAMENTO E REINSERÇÃO SOCIAL DE DEPENDENTES DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS

O tratamento é entendido como um processo dinâmico e complexo, que não visa apenas a paragem do consumo das drogas, mas ajudar os doentes e seus familiares a restaurar, recriar e enriquecer a sua forma de estar na vida. O objetivo é que a pessoa doente se reinsira no seu meio com um projeto de vida próprio, autónomo e livre de drogas.

Serviços / Respostas de tratamento das dependências disponíveis em Cabo Verde

 

RECAÍDAS

A maioria dos consumidores dependentes de álcool e outras drogas sofrem recaídas.

Isto é consistente com a natureza recorrente-remitente crónica da dependência do álcool, e deve ser tratada no planeamento do tratamento, em vez de ser considerada um fracasso do tratamento. Proporciona uma experiência de aprendizagem terapêutica e de crescimento, se for alvo de reflexão entre o terapeuta e o doente.

As situações ou estados de humor específico estão frequentemente associados à recaída, incluindo:

  • Estados emocionais negativos (frustração, ansiedade, depressão ou raiva);

  • Conflitos interpessoais (relações com parceiros, colegas de trabalho, amigos);

  • Pressão social, direta ou indireta para consumir a substância.

Também algumas situações poderão desencadear a recaída como:

  • Frequência de locais e amigos associados ao consumo da substância;

  • Ouvir músicas e ler livros associados à substância;

  • Falta de ocupação.

 

REINSERÇÃO SOCIAL

A Reinserção Social de dependentes de substâncias psicoativas deverá fazer parte de todo o processo de tratamento, devendo iniciar-se quando o indivíduo toma consciência do seu problema e resolve efetuar o pedido de ajuda.O processo, que envolve o indivíduo doente e a sociedade, tem como principal objetivo possibilitar condições para que a pessoa possa alcançar a sua autonomia, enquanto cidadão com pleno direitos e deveres.

Assim sendo, a Reinserção Social requer uma abordagem abrangente multissectorial e interdisciplinar, exigindo uma intervenção em rede.

É nesse sentido que em 2017 foi validado o Primeiro Programa Nacional de Reinserção Social de Dependentes de Substâncias Psicoativas, visando criar um quadro estratégico de referência, para a atuação dos diferentes atores, intervenientes e serviços nesta matéria.

O Programa baseou-se nas recomendações resultantes de uma avaliação das necessidades em matéria de reinserção social em Cabo Verde, promovida pela CCAD em parceria com o ONUDC e uma especialista do SICAD. O programa será implementado através da Direção Geral de Inclusão Social - Ministério da Família e Inclusão Social, em articulação com a CCAD.

 

 
 

O que significa Prevenir?

A Prevenção consiste na redução da procura do consumo de drogas. Neste caso, as ações têm como objetivo fornecer informações e educar os jovens a adotarem HÁBITOS SAUDÁVEIS e protetores em suas vidas. Espera-se que as pessoas, NÃO USEM, DIMINUAM ou PAREM de consumir drogas.

 

Níveis de Prevenção

As intervenções podem contemplar diferentes níveis, nomeadamente:

  • Intervenção Universal – Aquela que é destinada à população geral, supostamente sem qualquer fator associado ao risco. Pode ser realizada na comunidade, em ambiente escolar e nos meios de comunicação.
  • Intervenção Seletiva – Aquela que é dirigida a subgrupos específicos da população geral, com um ou mais fatores associados ao risco de uso de substâncias, como por exemplo grupos de crianças filhas de dependentes de substâncias psicoativas.
  • Intervenção Indicada – É voltada para pessoas identificadas como usuárias ou com comportamentos de risco relacionados direta ou indiretamente ao uso de substâncias. Diz respeito a programas que visem diminuir o consumo de álcool e outras drogas, mas também melhorar aspetos da vida do indivíduo como, por exemplo, desempenho académico e reinserção social.

 

Fatores de Risco e Fatores de Proteção

Consideram-se Fatores de Riscos, as características da pessoa ou circunstâncias sociais que a tornam mais vulnerável a usar drogas, como conduta agressiva precoce, curiosidade, falta de autoridade dos pais, disponibilidade da droga e descrença nas instituições.

Os Fatores de Proteção, são características da pessoa ou circunstâncias que contribuem para que tenha menos possibilidade de consumir drogas, como habilidades sociais, vínculos positivos, acompanhamento das atividades dos filhos por parte dos pais, realização pessoal, informação adequada sobre as drogas e seus efeitos.

 

Causas de Uso de Drogas. Porque se consome?

As drogas são usadas por inúmeras razões e variam de pessoa para pessoa. Lembrando sempre que cada indivíduo é único; e que não se pode determinar uma causa exclusiva / linear para que este se torne um usuário ou dependente de drogas.

(Sielski, 1999)

 

Os motivos que normalmente levam alguém a experimentar ou a usar ocasionalmente drogas incluem:

  • Pressão dos amigos /pares;

  • Divertimento (sensação imediata de prazer que produzem);

  • Esquecer (evitar a dor e aliviar a ansiedade);

  • Funcional (intencional, para atingir determinado fim);

  • Facilidade de acesso e obtenção;

Conceito

Segundo a Organização Mundial da Saúde - OMS, droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, uma vez introduzida no organismo, modifica as suas funções.

Drogas não se restringe apenas a substâncias ilícitas, mas também a lícitas.

 

Termos Legais

  • Drogas lícitas - aquelas que são regulamentadas e permitidas o porte o uso e a venda. Exemplo: cigarro, álcool e alguns medicamentos.
  • Drogas ilícitas – aquelas cuja produção, porte, venda e consumo são proibidas pela lei. Exemplo: cannabis (padjinha), cocaína, ecstasy e heroína.

 

Tipos de Drogas

As drogas estão classificadas em três categorias, segundo a sua atuação no Sistema Nervoso Central:

  • Estimulantes - produzem o aumento da atividade cerebral, ou seja, estimulam o seu funcionamento fazendo com que o usuário fique em estado de alerta exagerado, sem sono, podendo deixar a pessoa mais agitada. Alguns exemplos dessas drogas são cocaína, anfetamina, nicotina e Ecstasy.
  • Depressoras - diminuem a atividade cerebral, ou seja, deprimem o seu funcionamento, o que significa dizer que a pessoa que faz uso desse tipo de substância fica “lenta” e “desinteressada” pelas coisas, dificultando o processamento das mensagens que são enviadas ao cérebro. Alguns exemplos dessas drogas são álcool, heroína e tranquilizantes.
  • Perturbadoras - modificam qualitativamente a atividade do cérebro, que passa a funcionar desordenadamente, podendo alterar a perceção, levando o usuário a situações de alucinação (a pessoa vê, ouve ou sente algo que não existe). Alguns exemplos dessas drogas são cannabis e LSD.

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Em Cabo Verde, o quadro jurídico em matéria de luta contra a droga foi criado em 1993, através da publicação da Lei n.o 78/IV/93, de 12 de julho, que regula os mecanismos de combate e produção de substâncias ilícitas sob o controlo e os termos legais de posse e uso de drogas, nas dimensões penais e processuais.

Em 1995, através do decreto regulamentar n.o 2/95, de 18 de janeiro foi criada a Comissão de Coordenação do Combate à Droga – CCCD, enquanto entidade responsável pela coordenação das intervenções relativas à procura e oferta de drogas, tutelada pelo Ministério da Justiça e da Administração Interna.

Em 2017, os desafios existentes e a necessidade de responder de forma global, integrada, eficaz e sustentável às necessidades do país, fizeram com que o Governo redefinisse as políticas no domínio do álcool e outras drogas, criando, para o efeito, a Comissão de Coordenação do Álcool e outras Drogas - CCAD, sob a tutela do Ministério da Saúde e da Segurança Social, através do Decreto-Lei n.o 06/2017, de 14 de fevereiro, e extinguindo, em consequência, a CCCD.

Com esta redefinição da política, é alargada a competência da CCAD ao álcool, passando a instituição a ter a missão de promover e garantir a coordenação das ações e a execução de políticas e estratégias de redução do consumo do álcool e de outras drogas, e a prevenção e o tratamento das dependências.

A CCAD, enquanto organismo intersectorial, tem como órgãos: o Secretariado Permanente, as Comissões técnicas Especializadas (Coordenação; Legislação e Fiscalização; Promoção da Saúde e Prevenção do Uso de Substâncias Psicoativas; e Tratamento e Reinserção Social) e o Conselho Intersectorial (Ministério das Finanças, Ministério da Economia e Emprego, Ministério da Administração Interna, Ministério de Negócios Estrangeiros e Defesa, Ministério da Presidência do Conselho de Ministro e Desporto, Ministério da Justiça e Trabalho, Ministério da Educação, Família e Inclusão Social, Ministério da Saúde e da Segurança Social, Ministério da Agricultura e Ambiente, Conselho Superior do Ministério Público, Conselho Superior da Magistratura Judicial, Comissão Nacional de Direitos Humanos, Associação Nacional dos Municípios, Plataforma das ONGs e Representantes de Instituições Religiosas).

São serviços da CCAD: Espaços de Respostas Integradas às Dependências; Unidades Livres de Drogas e Espaços de Apoio Psicossocial; Comunidades Terapêuticas e Núcleos Concelhios de Prevenção.

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